Alma da caridade, viva e pura,
Que abres a mão fraterna de mansinho, 
Jesus recolhe a gota de carinho, 
Que derramas na chaga da amargura. 
Essa doce migalha de ternura 
Para quem luta e chora no caminho, 
É como a rosa perfumando o espinho 
Ou como a estrela para a noite escura. 
Como crês? Ninguém sabe... 
o mundo apenas. 
Sabe que és luz nas aflições terrenas, 
Pela consolação que te abençoa. 
Seja qual for o templo que te exprime, 
Deus te proteja o coração sublime 
Alma querida e bela, humilde e boa. 
( Auta de Souza )